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Pesquisa do Twitter reforça preocupação com atuação sustentável das empresas

Uma pesquisa realizada pelo Twitter mostra que a pandemia da covid-19 trouxe mudanças significativas de comportamento e diferentes opiniões à rotina dos brasileiros, com a postura de empresas em relação ao meio ambiente ganhando cada vez mais atenção dos consumidores. Para 85% das pessoas que utilizaram a plataforma durante os seis primeiros meses de 2020, as companhias se comportarem de forma sustentável se tornou mais importante; 81% delas disseram, inclusive, que baixos índices de emissão de carbono e impacto no meio ambiente passou a ser ainda mais relevante neste momento. Além de as organizações tomarem cuidado com a questão ambiental, também é importante que mostrem de forma clara como estão se posicionando durante a pandemia – 88% dos usuários no Twitter acreditam que as empresas devem comunicar seus esforços para enfrentar a situação.

Impacto financeiro

Outra preocupação das pessoas que estão na rede social é a consequência na economia que a pandemia tem e ainda pode causar. 91% esperam um impacto dramático e negativo na economia do país, com 57% das pessoas pessimistas sobre a recuperação do país pós-pandemia. Uma em cada quatro pessoas foi impactada financeiramente pela crise sanitária e teve cortes de salário e pagamentos. Já 40% tiveram suas horas de trabalho reduzidas. 59% das pessoas se sentem inseguras ou muito inseguras com suas finanças pessoais nos próximos seis meses. Com o isolamento, também veio o desafio de pequenos empreendedores e trabalhadores informais manterem sua renda básica. Houve um aumento de 36% de conversas relacionadas a ajuda e divulgação de trabalho e perfis de pessoas buscando emprego ou complemento de renda através de alguma atividade extra.

Os dados mostram, também, a inquietação atual com o comércio local. Houve um aumento de 37% nas conversas mencionando termos relacionados a comprar dos pequenos empreendedores e negócios. Mesmo apoiando os negócios locais, as compras em sites como chamados marketplace (grandes varejistas) aumentaram expressivamente, com um crescimento de 26% das vendas da Amazon no Brasil durante a crise.

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