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Pesquisa aponta tendências e comportamentos de consumo na quarentena

Da redação
25 de maio de 2020

Um levantamento sobre os fluxos de dados na internet durante a pandemia, mapeou tendências de consumo no Brasil. Quem ganhou mercado com a quarentena foram os segmentos de entretenimento, saúde, alimentação, home office, cuidados com a casa e beleza. Quem deve crescer ainda mais são os cursos on-line, e-commerce de farmácia, pagamentos virtuais, aplicativos de atividade física, web meeting, logística, saúde, entretenimento e educação. Perderam os setores imobiliário, automotivo, turístico, de seguros e de investimentos.

A pesquisa é do Banco BTG e foi feita pela Decode, que analisou buscas no Google (via Google Trends Brasil), volume de tráfego e volume de downloads de aplicativos desde medos de fevereiro até 30 de abril.

Mais do que apontar o que o brasileiro mais procurou desde o início do isolamento, o estudo apontou que comportamentos e consumos devem se manter em alta no que é chamado de vida pós-covid.

As buscas por cursos online no Google aumentaram em 63% desde o início da quarentena, com índice de satisfação de 92%. O e-commerce de farmácias cresceu 12%, com buscas atingindo alta de 92% até o final de março. O contactless payment não registrou um aumento, mas as interações em rede sobre o tema cresceram 289%. Entre feveiro e março, os downloads de aplicativos para atividade física cresceram 291%, com aumento de 150% na compra de colchonetes e de 40% de halteres, para a prática de exercícios em casa. De acordo com a Google Play Store, os downloads de aplicativos para web mettings teve um aumento de 431%, com destaque para o Zoom, que saiu de menos de 50 mil para mais de milhões de downloads em menos de dois meses.

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