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Pandemia desacelera no Rio de Janeiro

Pandemia desacelera no Rio de Janeiro

Segundo dados divulgados hoje pelo jornal O Globo, os números de casos de contaminação e de mortes começam a se estabilizar em alguns centros urbanos, como o Rio de Janeiro. A taxa de diária de óbitos na capital carioca, assim, está em torno de 120 mortes (em São Paulo, o mesmo ocorre, em torno de uma média de 100 vítimas por dia, embora o número de contaminados ainda esteja subindo).

Na rede privada, o jornal apurou uma redução sensível de internações na Rede D’Or. O Copa Star, por exemplo, chegou a ter oito dos dez setores de UTI ocupadas por pacientes contaminados por coronavírus. Hoje, apenas cinco alas são utilizadas pelo hospital com esta finalidade. Em toda capital carioca, a ocupação de leitos das UTIs do setor particular, que chegou a 95%, caiu para índices que estão entre 80% e 85%.

Mesmo no sistema público, a média diária de atendimentos está caindo. O pico foi de 932 por dia em meados de abril. Um mês depois, o número de consultas diminuiu para 496.

Por que é importante
Embora a pandemia esteja longe de seu fim, as estatísticas mostram que cidades como o Rio de Janeiro estão próximas da chamada fase de platô
Quem ganha
Aparentemente, o pior já passou para as classes mais altas, uma vez que as internações diminuíram na rede privada carioca
Quem perde
As classes mais baixas, pois as UTIs do setor público ainda estão congestionadas -- tanto é que as prefeitura está alugando leitos privados para encaminhar pacientes que têm dificuldade de internação

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