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OMS e Unicef precisam de U$ 665 milhões para conter surtos de pólio e sarampo

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançaram um apelo, nesta sexta-feira (06). As entidades afirmam serem necessários US$ 665 milhões para tratar das “disparidades de imunidade perigosas”. Ou seja, imunizar populações de países pobres ou de renda média para conter futuras epidemias. As doenças que oferecem mais risco são a poliomielite e o sarampo, que afetam principalmente crianças.

A verba seria dividida: US$ 400 milhões para pólio e US$ 225 milhões para o sarampo. A OMS destacou que 90% da população está livre de desenvolver a pólio, porém Paquistão e Afeganistão ainda registram casos, o que se agravou com a pandemia. Com a interrupção das campanhas de vacinação a partir de março, os casos de pólio chegaram a 34 no Afeganistão e 63 no Paquistão, incluindo alguns em áreas onde a doença estava erradicada.

Em 2018, a OMS e o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos estimaram que 140 mil pessoas morreram por causa do sarampo no mundo. A doença é uma das mais contagiosas que se tem conhecimento e ressurgiu nos últimos anos.

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