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Mudança de IPI de refrigerantes provoca forte reação

O governo Temer receberá artilharia pesada de setores que se sentiram prejudicados pelo rearranjo tributário provocado pela greve dos caminhoneiros. Uma das medidas, a mudança da alíquota do IPI de concentrados de refrigerantes produzidos na Zona Franca de Manaus, provocou forte reação. “A mudança brusca do regime tributário de compensações fiscais ameaça os investimentos e mesmo a operação de diversas indústrias”, afirma Alexandre Jobim, presidente da Abir, a associação do setor.

Por que é importante

O governo busca alternativas para compensar a queda de cerca de R$ 9,6 bilhões na arrecadação do diesel

Quem ganha

A guerra tributária entre os diversos setores da economia

Quem perde

O governo Temer. Ao atender todas as reivindicações dos caminhoneiros, o governo abriu a guarda para que outros setores comecem a pressioná-lo

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