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Ministério da Justiça cobra explicações para aumentos na cesta básica

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, quer explicações dos supermercados e produtores de alimentos para os sucessivos aumentos de preços nos itens da cesta básica. A secretaria notificou os representantes do setor nesta quarta-feira (9) para que apresentem as justificativas em cinco dias, a partir do recebimento da notificação. Caso haja indícios de prática de abuso, as multas podem chegar a R$ 10 milhões, de acordo com nota do Ministério da Justiça.

A secretária Nacional do Consumidor, Juliana Domingues, acredita na necessidade de se identificar as causas do aumento para adotar as medidas adequadas para conter os avanços, se for o caso. “Não podemos falar em preços abusivos sem antes avaliar toda a cadeia de produção e as oscilações decorrentes da pandemia. Por essa razão, o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor expediu ofícios para o levantamento de dados que são necessários para aferir qualquer abusividade”, afirmou.

O IBGE divulgou nesta quarta-feira (9) que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial no país, variou 0,24% em agosto. Os maiores impactos vieram dos grupos transportes (0,16 ponto percentual) e alimentação e bebidas (0,15 ponto percentual). No acumulado do ano, o IPCA alcança 0,7%, mas há alimentos cujos aumentos surpreendem. São os casos do feijão-preto (28,92%), leite longa vida (22,99%), arroz (19,25%) e óleo de soja (18,63%), por exemplo.

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