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Lojas físicas retomam espaço na Black Friday

Da redação
23 de outubro de 2025
Estudo mostra que mais consumidores pretendem comprar presencialmente, mesmo com o domínio das plataformas online

A Black Friday de 2025 deve marcar uma retomada das lojas físicas. Segundo a pesquisa Expectativa de Consumo – Black Friday 2025, realizada pela NIQ Ebit em setembro, o número de consumidores que planejam comprar presencialmente aumentou 6,5 pontos percentuais em relação a 2024.

O levantamento ouviu 1.545 pessoas, majoritariamente entre 25 e 49 anos, com predominância de moradores da região Sudeste. Mais da metade (56%) pretende realizar suas compras até um dia antes da sexta-feira oficial, reforçando a importância do período pré-evento nas estratégias promocionais.

O cartão de crédito parcelado segue como o meio de pagamento preferido, tanto no e-commerce quanto nas lojas físicas. Além disso, 60% dos entrevistados afirmaram que devem usar parte do 13º salário nas compras, enquanto cresce a parcela dos indecisos sobre o gasto extra.

Consumo nas lojas físicas

Entre os consumidores que pretendem comprar presencialmente, 43,2% planejam fazê-lo antes da sexta-feira oficial. O principal motivo é o desejo de ver o produto de perto (25,9%), seguido pela possibilidade de negociação direta (14,2%).

As marcas mais lembradas no varejo físico foram Magalu, Assaí Atacadista e Casas Bahia.

Lojas online seguem líderes

Apesar da alta nas compras presenciais, o ambiente digital ainda concentra a maior parte do interesse. Os consumidores apontaram preços mais competitivos (86%), frete grátis (64%) e cupons de desconto (42%) como os principais atrativos.

Amazon, Mercado Livre e Shopee continuam como as plataformas mais lembradas.

Entre os que não pretendem comprar, 31,6% afirmaram não confiar nos descontos e 17% disseram não ver necessidade de consumo neste período.

Categorias mais buscadas

Os eletrônicos seguem na liderança das intenções de compra, com 35,3%, seguidos por eletrodomésticos (31,6%), informática (27%), cosméticos e perfumaria (25,4%) e itens de casa e decoração (23,6%).

Na edição de 2024, mais de 70% dos consumidores afirmaram ter esperado até três meses por descontos, e 74,2% avaliaram a experiência de compra como positiva.

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