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Juros do cheque especial sobem para 124,5% ao ano

Os juros do cheque especial subiram em abril, apontam os dados das Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira (28).

A taxa chegou a 124,5% ao ano, após subir 2,2 pontos percentuais em relação a março. A taxa média do rotativo do cartão de crédito subiu 0,7 ponto percentual para 335,3% ao ano.

As famílias pagaram, em média, juros de 41% ao ano, aumento de 0,1 ponto percentual em relação a março. Na comparação com abril de 2020, houve queda de 3,7 pontos percentuais nessa taxa. Esses dados são do chamados de crédito livre – os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes.

  • Empresas: nas contratações com empresas, a taxa livre alcançou 14,7% ao ano, com elevação de 0,8 em relação a março. No ano, houve redução de 1 ponto percentual nos juros às empresas. A taxa média de juros do crédito livre para empresas e famílias atingiu 29% ao ano, elevação de 0,5 ponto percentual no mês e redução de 2,3 pontos percentuais na comparação com abril de 2020.
  • Juros do crédito direcionado: a taxa média de juros do crédito direcionado às famílias chegou a 6,7% ao ano, recuo de 0,1 ponto percentual em relação a março. No caso das empresas, a taxa subiu 0,2 ponto percentual para 8,4% ao ano.
  • Indicador: abril registrou um aumento de 0,1 ponto percentual no Indicador de Custo do Crédito, ficando em 17,2% ao ano. Na comparação de 12 meses, o índice apresentou uma queda de 2,5 pontos percentuais.
  • Inadimplência: considerados atrasos acima de 90 dias das famílias, no crédito livre, permaneceu em 4%, em abril. No caso das empresas, o indicador subiu 0,1 ponto percentual para 1,7%. Em relação ao crédito direcionado, a inadimplência ficou em 0,6% para as empresas e em 1,6% para as famílias, com alta de 0,1 ponto percentual para pessoas físicas e jurídicas.
  • Saldo do crédito: em abril, o crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) chegou a R$ 4,126 trilhões, alta de 0,5% no mês e de 15,1% em 12 meses. No mesmo período, houve estabilidade na carteira de pessoas jurídicas (saldo de R$ 1,8 trilhão) e expansão de 1% na de pessoas físicas (R$ 2,3 trilhões).

(Com Agência Brasil)

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