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Incerteza da economia recua 7,1 pontos em abril, mostra FGV

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br), divulgado nesta sexta-feira (30) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 7,1 pontos em abril na comparação com março, para 129,4 pontos. Quanto menor o indicador, melhor a percepção sobre o cenário econômico no país. Com o resultado, o IIE-Br se distancia de seu pico histórico, de 210,5 pontos, observado em abril de 2020, mas ainda está 14,3 pontos acima do nível de fevereiro de 2020, último mês antes da chegada da pandemia do novo coronavírus ao Brasil.

Os dois componentes que integram a sondagem caminharam no mesmo sentido em abril. O componente de Mídia recuou 4,1 pontos, para 125,4 pontos. Já o componente de Expectativas, que mede a dispersão das previsões para os 12 meses seguintes, recuou em 16,2 pontos, para 133,2 pontos.

“A queda de abril foi motivada pela melhora progressiva dos números da pandemia recentemente, levando ao gradual relaxamento das medidas de restrição à circulação em diversos estados, além do avanço, também gradual, da campanha de vacinação. A acirrada corrida entre o controle da doença e a imunização da população é refletida na manutenção do nível elevado de incerteza, muito acima do nível médio de 115 pontos vigente entre 2015 e 2019”, observou Anna Carolina Gouveia, Economista do FGV IBRE.

“O patamar extremamente elevado do componente de Expectativas, com sua lenta redução a patamares menos desconfortáveis, reflete a enorme dificuldade de se prever variáveis econômicas 12 meses à frente. A continuidade das campanhas de vacinação, no entanto, vem aumentando a previsibilidade da economia com a possibilidade de normalização da atividade econômica no horizonte à frente, levando à maior convergência das previsões de especialistas”, completou Anna Carolina.

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