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Hertz pede concordata

Hertz pede concordata

Ontem (22) à noite, uma das maiores empresas de locação de automóveis do mundo, a Hertz, pediu concordata. A medida foi tomada após a empresa não ter conseguido acordo com seus principais credores, segundo o Wall Street Journal. A empresa pediu as proteções previstas na lei (uma solução jurídica conhecida pelos americanos por “chapter eleven”, em referência ao capítulo número 11 do Código de Falência dos Estados Unidos) e se transformou numa das maiores vítimas do cenário econômico que se seguiu à pandemia provocada pelo coronavírus.

A dívida da Hertz chega a US$ 19 bilhões, dos quais US$ 14,4 bilhões têm como garantia a própria frota de veículos. O impasse na negociação foi o pedido dos credores em receber um pagamento antecipado de juros, mas não houve acordo em relação ao valor deste adiantamento. A saída escolhida pela empresa, assim, foi o pedido de concordata.

No Brasil, a Hertz tem acordo operacional com a Localiza, como ocorre em várias locadoras ao redor do mundo.

Por que é importante
A Hertz está entre as três maiores locadoras de veículos do mundo
Quem ganha
A própria empresa, que terá mais tempo para equacionar uma dívida que beira os US$ 20 bilhões
Quem perde
Os credores, principalmente aqueles cujas operações não foram garantidas pela frota de veículos da Hertz

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