O presidente Jair Bolsonaro prorrogou sete medidas antidumping e criou três novas entre janeiro e julho deste ano, de acordo com informações do Ministério da Economia. O dumping acontece quando uma empresa exporta um produto por um preço abaixo do praticado no seu mercado de origem. A iniciativa contraria o discurso de abertura comercial do ministro Paulo Guedes
As medidas protecionistas, com duração de cinco anos, atingem China, Alemanha, Coreia do Sul, Chile, Taiwan, Peru e Bareine. Entre os produtos que são alvo do dispositivo estão plástico para embalagens, ventiladores, aço, pneus de automóveis e papel cartão. O ápice da utilização de medidas antidumping se deu durante o governo Dilma Roussef (PT), quando, em 2013 e 2014, o Brasil adotou o dispositivo 43 e 42 vezes, respectivamente.
