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FGV reforça que mercado de trabalho só deve melhorar com avanço de vacinação

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), divulgado nesta sexta-feira (5) pela Fundação Getulio Vargas, cedeu 0,6 ponto na passagem de janeiro para fevereiro, para 82,9 pontos – em uma escala de zero a 200 pontos. Foi a segunda queda seguida depois de um ciclo de recuperação iniciado em maio do ano passado, após os primeiros efeitos da crise do novo coronavírus. “O início de 2021 mostra que esse não será um processo simples e que ainda existem muitos obstáculos. O cenário ainda é muito incerto e o recrudescimento da pandemia torna ainda mais difícil a retomada de setores chaves para o emprego, como por exemplo o setor de serviços”, destacou Rodolpho Tobler, economista do FGV IBRE. “Enquanto não for possível observar efeitos positivos da vacinação, é difícil pensar em resultados positivos para o mercado de trabalho”, completou Tobler.

Por que é importante

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) funciona como um termômetro sobre a percepção de empresários e consumidores em relação aos rumos do mercado de trabalho

Quem ganha

A expectativa de que toda a população adulta seja vacina o mais breve possível

Quem perde

A abertura de vagas nos próximos meses, principalmente no setor de serviços

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