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Eletrobras tem renúncia de 9 dos 11 conselheiros após privatização

Saída dos membros permite a formação de um novo conselho para a empresa

A Eletrobras informou em fato relevante que recebeu no último sábado (18) a renúncia de nove de seus dez conselheiros de administração. A justificativa da saída dos executivos é abrir caminho para a eleição de um novo colegiado após a privatização da empresa na última semana. 

“[A renúncia] trata-se de boa prática de governança corporativa e de justiça social, que os atuais conselheiros se orgulham em cumprir – o que permitirá à Eletrobras, na condição de Corporation, estabelecer um novo cenário na composição do seu conselho aderente à sua atual realidade jurídica e acionária”, afirmaram os conselheiros em carta de renúncia.

Assinaram o documento Rodrigo Limp, Ruy Flacks Schneider, Marcelo de Siqueira Freitas, Bruno Eustáquio Ferreira Castro de Carvalho, Ana Carolina Marinho, Jeronimo Antunes, Ana Silvia Corso Matte, Felipe Villela Dias e Daniel Alves Ferreira.

Sete dos que renunciaram eram indicados da união – Villela Dias e Alves Ferreira eram indicados pelos minoritários. O único a permanecer no posto foi Carlos Eduardo Rodrigues Pereira, representante dos empregados. Segundo a empresa, a permanência ocorre uma vez que o regime de eleição do representante dos funcionários tem um processo de eleição separado.

A companhia informou ainda que Rodrigo Limp, presidente da Eletrobras, renunciou somente ao cargo de conselheiro e permanece no comando da companhia.

Os conselheiros que renunciaram permanecerão no cargo até a posse dos novos membros, que deverão ser eleitos em Assembleia Geral Extraordinária. A AGE convocada pela empresa ainda não tem data marcada para ocorrer.

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