O Tesouro Nacional inicia 2021 com uma fatura alta a ser paga aos investidores. Em novembro, a dívida pública já somava R$ 1,31 trilhão e só aumentará com os juros. O ano de 2020 fechou com um alto endividamento, por causa dos impactos da pandemia. Isso levou o Tesouro a concentrar parte das emissões de títulos em prazos mais curtos, aponta uma reportagem do jornal O Estado de S.Paulo desta sexta-feira (1º).
O volume de vencimentos em 2021 equivale a 28,8% do estoque de toda a dívida pública interna e já representa quase o dobro da média de resgates nos últimos três anos. Só no primeiro quadrimestre de 2021, serão R$ 669 bilhões. Em setembro ocorrerá uma outra rodada de resgates que vão somar R$ 229,1 bilhões.
