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Cresce para 32% os domicílios brasileiros sem renda formal

No segundo trimestre deste ano, a proporção de domicílios sem nenhuma renda de trabalho saltou de 25,1% no primeiro trimestre de 2020 para 31,6% no segundo trimestre do ano passado, aponta o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicado nesta sexta-feira (17).

Porém, o indicador mostrou uma melhora para 29% no quarto tri de 2020, nível semelhante ao registrado no primeiro tri de 2021 (29,3%). Neste segundo tri, porém, o indicador voltou a melhorar, ao recuar para 28,5%. Para o Ipea, o resultado mostra como é lenta a recuperação do nível de ocupação ao patamar anterior a pandemia para as famílias de renda mais baixa.

O documento mostra que na proporção de domicílios na faixa mais baixa de renda, há uma qualidade ruim nas ocupações de trabalho e que essas absorvem os residentes desses domicílios. A proporção de famílias brasileiras na faixa 1, com rendimento médio habitual de R$ 886,34 por mês (inferior ao salário mínimo), aumentou de 25,9% no primeiro tri de 2021 para 27,9% neste segundo tri.

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