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Copom reforça necessidade de aprovação de reformas econômicas

O Banco Central divulgou nesta terça-feira (25) a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que manteve a taxa básica de juros (Selic) em 6,5% ao ano. Segundo o documento, o comitê identificou que “houve interrupção do processo de recuperação da economia brasileira nos últimos trimestres” e que o PIB deve ficar perto da estabilidade no segundo trimestre de 2019, após leve recuo nos três primeiros meses do ano. A ata indicou que os próximos passos na definição da Selic dependem da evolução da atividade econômica, das perspectivas e dos riscos relacionados à inflação. O Copom destacou também a importância de aprovação de reformas econômicas.

“A continuidade do processo de reformas é essencial para a queda da taxa de juros estrutural, para o funcionamento pleno da política monetária e para a recuperação sustentável da economia.”

Por que é importante

A decisão do Copom de manter a taxa Selic em 6,5% ao ano contrariou a expectativa do mercado. Conforme o boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central, os economistas das instituições financeiras consideram que há espaço para novos cortes como uma forma de estimular a economia

Quem ganha

O pragmatismo. O comitê deve esperar a aprovação da reforma da Previdência para definir sobre a redução dos juros básicos

Quem perde

A economia brasileira, já que a projeção é que o PIB ande de lado em 2019

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