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Confiança na construção sobe pela quarta vez, mostra FGV


O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,6 ponto na passagem de julho para agosto deste ano. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que atingiu 96,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, mesmo patamar de março de 2014. A alta da confiança do empresariado brasileiro da construção foi puxada pelo Índice de Situação Atual (ISA-CST), que mede a confiança no presente e que avançou 2,5 pontos, atingindo 91,9 pontos, maior nível desde dezembro de 2020 (92,4 pontos). Confira os demais destaques.

  • Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M): variação de 0,56% em agosto, percentual inferior ao apurado no mês anterior, quando o índice subira 1,24%. O índice acumula alta de 11,37% no ano e de 17,05% em 12 meses. Em agosto de 2020, o índice variou 0,82% no mês e acumulava alta de 4,44% em 12 meses. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 1,37% em julho para 1,10% em agosto. O índice referente à Mão de Obra não variou em agosto, após alta de 1,12% em julho;
  • Materiais, equipamentos e serviços: neste grupo, a taxa correspondente a materiais e equipamentos variou 1,17% em agosto, contra 1,52% no mês anterior. Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de 1,85% para 1,05%. A variação relativa a serviços passou de 0,65% em julho para 0,78% em agosto. Vale destacar o avanço da taxa do item aluguel de máquinas e equipamentos, que passou de 0,61% para 1,37%;
  • Mão de obra: a taxa de variação referente ao índice da Mão de Obra não variou em agosto, após alta de 1,12% em julho;
  • Onde: cinco capitais apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, sendo elas Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo. Em contrapartida, Brasília e Belo Horizonte apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.

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