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Cidades de MG empregam mais graças ao preço do minério de ferro

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, enquanto a oferta de novas vagas no Brasil teve alta de 2,18% nos últimos 12 meses, na cidade mineira de Barão dos Cocais, a oferta cresceu 22% – mais de 900%. Em Itabirito, a alta no período foi de 16,70%; em Conceição do Mato, 13,74%; Itabira, 12,51%; Congonhas, 7,4%. Todos esses municípios vivem da exploração mineral, em particular das jazidas de ferro, commodity em renovada valorização no mercado internacional.

Em abril deste ano, a tonelada do minério com teor de 62% avançou 4,3%, alcançando US$ 189,61, o maior nível desde fevereiro de 2011. No acumulado de 2021, os ganhos chegam a 18,2%. Com isso, é criado um ciclo virtuoso. São abertas vagas nas empresas, enquanto os municípios recebem um polpuda injeção de recursos, por meio da da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem) pago pelas empresas. Atrelado ao preço da commodity, 60% da Cfem vai às prefeituras, que não podem gastar esse dinheiro com folhas de pagamento. A alta do dólar também ajuda a explicar esse bom momento que destoa do resto do Brasil.

De acordo com a Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais (Amig), a Cfem acumulou R$ 392,1 milhões, no primeiro trimestre de 2020. No mesmo período deste ano, o montante para R$ 881,3 milhões, um salto de 124,7%.

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