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Brasil pode dar calote na ONU e perder direito a voto

Da redação
17 de dezembro de 2020

A política externa brasileira está nos holofotes por motivos constrangedores em relação à Organização das Nações Unidas (ONU). Para não perder seu direito a voto nas deliberações, o Brasil precisa pagar uma dívida de US$ 390 milhões (acumulados). Pelo menos US$ 113,5 milhões devem ser quitados até dezembro para escapar de punições e suspensões.

Uma suplementação orçamentária de R$ 2,8 bilhões para honrar compromissos financeiros com 30 organismos internacionais foi incluída no PLN 29/20, em 15 de dezembro, na Câmara dos Deputados. O texto cita a Organização Mundial do Comércio (OMC), a Organização dos Estados Americanos (OEA) e outras. Na área financeira, o Brasil tem deveres, por exemplo, com o banco dos Brics. Os repasses precisam ser aprovado em sessão conjunta do Congresso Nacional.

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