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ANP: “Ataque é 11 de setembro para o mercado de petróleo”

Os ataques à refinaria na Arábia Saudita, no sábado (14), representam “uma espécie de 11 de setembro do mercado de petróleo”. A comparação com os ataques terroristas às torres gêmeas, em setembro de 2001, foi feita por Décio Oddone, diretor-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), em sua conta no Twitter.  Os ataques destruíram unidades do maior complexo petrolífero da Arábia Saudita. O volume cortado, de 5,7 milhões de barris por dia, equivale a 5% da oferta mundial.

Por que é importante

Na abertura do mercado, os sauditas viram as cotações do petróleo saltarem quase 20%, enquanto mais metade de sua capacidade de produção foi suspensa

Quem ganha

Segundo o diretor da ANP, a alta das cotações internacionais de petróleo beneficia “o desenvolvimento das reservas brasileiras”

Quem perde

O bolso dos consumidores. Se a disparada do preço internacional do petróleo continuar, em algum momento o aumento também chegará às bombas dos postos de combustíveis, avaliam os especialistas da área

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