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52% das PMEs projetam expansão dos negócios, mostra estudo

Um estudo divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGVcenn) destaca os impactos da pandemia do novo coronavírus nos pequenos e médios negócios (PMEs), como as dificuldades e a necessidade de reinventar e dar novos rumos para um ramo de atuação. Para 52% dos entrevistados, seus empreendimentos crescerão e serão maiores do que no período anterior à crise. O levantamento aponta que 49% dos empresários avaliam que a pandemia abriu novas oportunidades. A maioria (84%) respondeu que precisou mudar os planos de suas atividades. Os três principais problemas citados pelos empreendedores foram: 24% tiveram dificuldades para pagar as despesas do negócio; 19% revelaram que os clientes não estão pagando ou estão pagando com longos atrasos e 10% disseram que tiveram dificuldades para pagar seus funcionários. Conforme o estudo, os empreendedores também contaram que, se a atual situação prevalecer, 61% só terão dinheiro para até mais seis meses de operação. Mesmo com cenário adverso, 54% dos entrevistados ofereceram produtos ou serviços do seu negócio de forma voluntária para apoiar outras atividades, ONGs ou governo; e 48% se voluntariaram para instituições de caridade, ONGs ou apoiaram outras pessoas que não são sua família e amigos. Sobre as emoções desencadeadas durante a pandemia, a maior parcela (84%) dos empresários acredita que o trabalho o desafiou e o fez crescer como pessoa. Já 65% revelaram acreditar que olham com otimismo para cada novo dia – ressaltando a percepção de que a crise deixou os donos das PMEs mais resilientes.

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