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Petrobras dispara, Ibovespa avança, mas “nuvem de nervosismo ainda não se dissipou”

Após quatro dias seguidos de baixa, quando chegou à marca dos 75 mil pontos, o Ibovespa voltou a subir nesta terça-feira (29). O índice avançou 0,95%, aos 76.071 pontos. Segundo Adeodato Volpi Netto, estrategista-chefe da Eleven Financial, a correção foi uma resposta à queda violenta da segunda-feira (28), principalmente da Petrobras. Os investidores ficaram mais aliviados após o presidente da estatal afirmar que o governo não influenciará a política de preços. “A declaração de Parente não é nenhuma surpresa, mas deu um suspiro de confiança”, afirma o especialista. Os papéis preferenciais e ordinários da petroleira subiram 14,13% e 12,38% respectivamente, bem acima das outras ações mais negociadas do dia: Vale (1,78%), Itaú (0,35%) e Ambev (0,86%). Volpi Netto, porém, ressaltou que “o avanço de hoje não dissipou a nuvem de nervosismo que paira sobre a bolsa”, em função das preocupações a respeito do quadro eleitoral. O dólar encerrou em alta de 1,64%, cotado a R$ 3,72.

Por que é importante

Volpi Netto diz que as próximas semanas serão fundamentais para o Ibovespa, com o fim da greve dos caminhoneiros e a compensação do preço do diesel. “Há muito o que clarear”, diz ele.

Quem ganha

As ações preferenciais da Petrobras registraram a maior alta do dia (14,13%), cotadas a R$ 19,30

Quem perde

As ações da Suzano registraram a maior baixa do dia (4,11%), cotadas a R$ 43,15

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