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Petrobras contamina estatais, que puxam bolsa para baixo

O Ibovespa fechou a quinta-feira (24) com queda de 0,92%, aos 80.122 pontos, depois de chegar à mínima de 79.026 pontos. A queda no índice foi puxada pelas ações da Petrobras – os papeis ordinários caíram 14,55 % e os preferenciais, 13,71%. A queda de 10% no preço do diesel foi interpretada pelos investidores como uma ação política – e não técnica – que prejudica a saúde financeira da empresa. A medida contaminou ações de outras estatais. Ações ordinárias da Eletrobras 4,51% e as preferenciais, 6,51%; e os papeis do Banco do Brasil caíram 3,06%. A baixa do Ibovespa só não foi maior por conta do bom desempenho de ações do Itaú, que subiram 1,32%, e Vale (1%). O dólar subiu 0,64%, cotado a R$ 3,6483.

Por que é importante

As ações preferenciais da Petrobras saíram de R$ 16,16 para à máxima de R$ 27,55 em 2018 por conta dos bons resultados financeiros da estatal – e porque os investidores acreditaram que, sob Pedro Parente, a decisões da Petrobras seriam técnicas, e não políticas. A decisão do executivo de ceder à pressão política cria instabilidade e mina a confiança dos investidores em relação ao Brasil

Quem ganha

As ações da BRF registraram a maior alta do dia (6,40%), cotadas a R$ 22,79

Quem perde

As ações ordinárias da Petrobras registraram a maior queda do dia (14,55%), cotadas a R$ 23,20

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