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Moedas virtuais do Facebook e Telegram enfrentam restrições

Moedas virtuais do Facebook e Telegram enfrentam restrições

Nas últimas três semanas, o mercado global de moedas virtuais sofreu aquilo que os economistas chamam de tempestade perfeita. O mais recente episódio veio à tona hoje e envolve a criptomoeda Gram, criada pelo Telegram. A SEC, comissão de valores mobiliários dos Estados Unidos, obteve uma liminar que impede a distribuição desse token digital depois de o Telegram levantar US$ 1,7 bilhão em 2018 com a moeda digital, mas sem conseguir cumprir a meta de entregá-la aos investidores até outubro deste ano. Com isso, o Telegram foi acusado de violar a Securities Act, lei de valores mobiliários dos Estados Unidos, por não registrar a venda da Gram na SEC.

Por que é importante
As moedas virtuais estão sob ataque. Assim como o Gram, a criptomoeda do Facebook, a Libra, sofreu um duro revés. Uma semana depois de o PayPal abandonar a parceria com a Libra, a moeda virtual de Mark Zuckerberg perdeu também o apoio de Mastercard, Visa, eBay e Stripe
Quem ganha
Os investimentos tradicionais, que continuam a ser um porto seguro mesmo com o avanço da tecnologia
Quem perde
As pessoas que investem por impulso, sem conhecer os riscos embutidos em ondas como as moedas virtuais

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