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Ibovespa sobe no último dia do mês, mas maio fecha em queda de 10,87%

Depois de começar o dia em baixa, quando chegou à mínima de 75.515 pontos, o Ibovespa inverteu e encerrou a quarta-feira (30) em alta de 0,90%, aos 76.754 pontos, influenciado pela alta dos papeis do Banco do Brasil, que subiram 6,52%. A despeito da alta, maio encerrou com queda de 10,87% – o pior desempenho do mês em quatro anos. Entre os motivos da queda, estão: a queda das ações da Petrobras, 17,23% no caso das preferenciais e 9,77% das ordinárias, após decisão de baixar o preço do diesel; a alta dos juros nos Estados Unidos; a decisão do Banco Central em manter a Selic em 6,5% ao ano, contrariando a expectativa do mercado, que era de queda de 0,25% ponto porcentual; e incertezas no cenário eleitoral.

O dólar ficou próximo à estabilidade, fechando em baixa de 0,07%, cotado a R$ 3,73.

Por que é importante

A queda na bolsa é mais um indicativo do cenário político e econômico de turbulência

Quem ganha

As ações da B2W registraram a maior alta do dia (6,87%), cotadas a R$ 25,35

Quem perde

As ações da Usiminas registraram a maior baixa do dia (3,62%), cotadas a R$ 8,25

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