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Ibovespa sobe e retoma os 107 mil pontos; dólar crava novo recorde

O Ibovespa encerrou a quarta-feira (4) em alta de 1,60%, aos 107.224 pontos. A atuação dos Bancos Centrais para enfrentar os impactos do coronavírus na economia e a vitória de Joe Biden na Super Terça das primárias do Partido Democrata nos Estados Unidos deixaram os investidores animados. A avaliação é que o crescimento de Biden na corrida, de perfil mais moderado, enfraquece a candidatura do senador Bernie Sanders, mais alinhado à esquerda, para ser o rival de Donald Trump na eleição americana. Quatro das cinco ações mais negociadas do dia subiram: Vale (4,79%), preferenciais da Petrobras (3,22%), Itaú Unibanco (0,96%) e Bradesco (1,10%). Apenas os papéis da IRB Brasil caíram (-31,96%). O tombo foi motivado pelo comunicado da Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, que negou ter qualquer participação acionária na empresa. A companhia perdeu mais de R$ 8 bilhões em valor de mercado em relação ao pregão de terça-feira (3). Já o dólar renovou o recorde nominal (sem descontar a inflação) pelo décimo pregão seguido. A moeda norte-americana teve valorização de 1,54%, cotada a R$ 4,58.

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