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Ibovespa despenca um dia após eleição. Dólar tem forte alta

Ao contrário do que muitos esperavam, o Ibovespa caiu vertiginosamente um dia após a eleição de Jair Bolsonaro. O índice recuou 2,24% nesta segunda-feira (29), fechando aos 83.797 pontos, mesmo após ter registrado avanço superior a 3% na abertura do pregão, com máxima de 88.377 pontos – recorde intraday do Ibovespa. As cinco ações mais negociadas do dia fecharam em baixa: preferenciais da Petrobras (-4,28%), Banco do Brasil (-1,30%), Vale (-4,50%), Itaú Unibanco (-1,84%) e Bradesco (-1,88%). O dólar comercial, que iniciou o dia em queda, acabou subindo 1,51%, negociado por R$ 3,71.

Na opinião de Álvaro Frasson, analista da corretora Spinelli, a forte alta no começo do pregão refletiu a euforia do mercado com a vitória de Bolsonaro, mas como a eleição do capitão reformado já estava precificada, os investidores aproveitaram o momento para realizar seus lucros. Com o fim do rali eleitoral, que descolou a bolsa brasileira do exterior nos meses de setembro e outubro, o mercado externo volta a ser decisivo para a variação do índice. “A descida de hoje (segunda) já é reflexo disso. Com as principais bolsas americanas e os preços do petróleo e do minério de ferro caindo lá fora, o Ibovespa teve um recuo acentuado”, disse Frasson. “No plano local, os investidores vão ficar atentos à formação do novo governo.”

Por que é importante

O avanço do Ibovespa, que pode terminar o ano na faixa dos 95 mil pontos, vai depender de nomeações para o governo que agradem ao mercado financeiro

Quem ganha

As ações CCR tiveram a maior alta do dia: 2,27% cotadas a R$ 10,38

Quem perde

As ações da Kroton tiveram a maior baixa do dia: 7,22%, cotadas a R$ 10,80

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