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Ibovespa despenca, mas continua na faixa dos 100 mil pontos

O Ibovespa encerrou o pregão desta terça-feira (25) em queda de 1,93%, aos 100.093 pontos, após ter subido 0,05% na sessão anterior. O dólar comercial avançou 0,64%, negociado por R$ 3,85. A bolsa brasileira registrou seu pior resultado desde o dia 13 de maio, quando o índice recuou 2,69%. A notícia de que o Centrão pode adiar a votação da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados impacta o mercado, que contava com a aprovação ainda nesta semana. No exterior, as declarações de James Bullard, presidente do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) de Saint Louis, desanimam os investidores. Na sua opinião, um corte de meio ponto na taxa de juros americana seria injustificado.

As cinco ações mais negociadas da sessão fecharam em baixa: preferenciais da Petrobras (-2,62%), Itaú Unibanco (-1,25%), Banco do Brasil (-0,92%), B3 (-5,14%) e Vale (-1,95%).

Por que é importante

Apesar do resultado negativo, o Ibovespa sobe 3,16% em junho

Quem ganha

As ações da JBS tiveram a maior alta do dia: 0,50%, cotadas a R$ 21,90

Quem perde

As ações da B3 tiveram a maior queda do dia: -5,14%, cotadas a R$ 37,66

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