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Dólar bate novo recorde, mesmo assim pregão fecha em alta

O Ibovespa encerrou esta quinta-feira (2) em alta de 1,81%, aos 72.253. Uma recuperação após dois dias seguidos de queda. O dólar bateu novo recorde nominal (sem contar a inflação) desde o Plano Real.

Para Gustavo Almeida, analista de ações da Spiti, a bolsa brasileira trabalhou no campo positivo sustentada, principalmente, pelas ações da Petrobras, estimulada pela alta do petróleo no mundo: “Estamos vendo a volatilidade presente no mercado deixar de ser direcional e negativa para começar a encontrar um patamar de preço entre 70 mil e 75 mil pontos”. A alta da moeda norte-americana, todavia, mostra como os mercados ainda estão avessos a riscos. Rafael Ribeiro, analista da Clear Corretora, observou: “A alta foi impulsionada pela possibilidade de acordo entre Rússia e Arábia Saudita na produção de petróleo”. O que destoou foi o novo recorde nos pedidos de seguro-desemprego nos EUA, que bateram 6,65 milhões na semana encerrada em 28 de março. Como resposta, o Bacen anunciou um leilão de moeda à vista, como forma de injeção direta no mercado e com a venda de reservas.

Entre as cinco ações mais negociadas do dia, houve alta para as preferenciais da Petrobras (8,46%), Itaú/Unibanco (0,47%) e ordinárias da Petrobras (8,59%), com baixa para Vale (-1,36%) e Magazine Luiza (-4,24%). O dólar fechou em alta de 0,1%, cotado a R$ 5,27.

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