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Derrota na previdência e EUA derrubam bolsa. Dólar cai

A bolsa brasileira teve na quarta-feira (2) o pior pregão desde o dia 14 de agosto, quando caiu 2,94%. O Ibovespa encerrou o dia com baixa de 2,90%, aos 101.031 pontos. O risco de recessão nos Estados Unidos, agravado pela disputa comercial com a China, além da aprovação da reforma da Previdência no Senado com mudanças à proposta do governo explicam a baixa.

As cinco ações mais negociadas do dia fecharam em baixa: preferenciais da Petrobras (-2,87%), Vale (-5,47%), Banco do Brasil (-3,40%), Itaú (-2,75%) e Bradesco (-3,92%).

O dólar fechou em baixa de 0,70% a R$ 4,13.

Por que é importante

Motivada por fatores internos e externos, a volatilidade deve continuar na bolsa nas próximas semanas. Entre eles, riscos de recessão nos países desenvolvidos e a aprovação das reformas que o país precisa para crescer de modo sustentável

Quem ganha

As ações da Ultrapar tiveram a maior alta do dia: 0,31% a R$ 19,32

Quem perde

As ações da tiveram a maior baixa do dia: -5,47% a R$ 45,10

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