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Bolsa perde força e fecha o dia estável; dólar sobe

O Ibovespa encerrou o pregão desta segunda-feira (29) em queda de 0,05%, aos 96.188 pontos, após ter subido 1,75% na semana passada. O dólar comercial avançou 0,24%, negociado por R$ 3,94.

O índice começou a sessão em alta, refletindo o aceno que Jair Bolsonaro fez ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, no fim de semana. O presidente da República afirmou que teve um encontro “excelente” com Maia, deixando para trás as rusgas entre ambos. Apesar de o deputado federal pelo DEM-RJ ter criticado os filhos de Bolsonaro em uma entrevista ao BuzzFeed News, o presidente minimizou o ocorrido, tratando a notícia como “fake news”. A falta de resposta da família Bolsonaro nas redes sociais deixa o mercado mais aliviado e atento a uma possível mudança no comportamento do clã, antes crítico a Maia.

A bolsa brasileira, contudo, perdeu força ao longo do dia. Sem notícias novas em relação à reforma da Previdência, os investidores acabaram agindo com mais cautela. O feriado do Dia do Trabalhador, na quarta-feira (1º), vai adiar a primeira reunião ordinária da comissão especial que avalia o texto para a próxima semana.

Entre as cinco ações mais negociadas do dia, duas fecharam em alta: preferenciais da Petrobras (0,44%) e Banco do Brasil (0,04%). Os papeis de Bradesco (-1,31%), Vale (-0,34%) e Itaú Unibanco (-0,80%) caíram.

Por que é importante

Um bom relacionamento com Maia é fundamental para o governo aprovar a reforma previdenciária na Câmara

Quem ganha

As ações da Hypera Pharma tiveram a maior alta do dia: 5,96%, cotadas a R$ 28,29

Quem perde

As ações da CCR tiveram a maior baixa do dia: -3,67%, cotadas a R$ 11,55

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Mônica.