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Uma data para a Eletrobras; 3% na previdência privada; bronca com a petroleira

MONEY REPORT mostra as iniciativas e ideias liberalizantes e modernizadoras ao ambiente de negócios
TCU aprova privatização da Eletrobras

O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (18), por 7 votos a 1, o andamento do processo de privatização da Eletrobras. Dos oito ministros, apenas Vital do Rêgo foi contra. O magistrado chegou a pedir a suspensão do processo até o tribunal concluir uma fiscalização sobre dívidas judiciais que poderiam causar uma subavaliação da estatal. O pedido foi negado.

Ficou para até meados de agosto

O presidente da Eletrobras, Rodrigo Limp, disse na terça-feira (17) que a conclusão da operação de privatização da empresa poderá ocorrer até meados de agosto. “Esse é o cenário mais favorável”, disse em coletiva online sobre os resultados do primeiro trimestre. Ele acredita que esta seria a melhor janela de mercado, coincidindo com as férias no Hemisfério Norte e antes do período eleitoral no Brasil, o que representaria mais benefícios para a empresa e para a União.

Precisamos falar sobre a privatização (e o monopólio) da Petrobras

Nos últimos tempos, a diretoria da Petrobras ganhou uma rotatividade raramente vista em suas quase sete décadas de história. Em três anos e meio, a estatal tem seu terceiro presidente e está em vias de nomear o quarto com a chegada do novo ministro das Minas e de Energia, Adolfo Sachsida. Esse troca-troca só é rivalizado pelo que ocorreu nas gestões de João Goulart, José Sarney e Fernando Collor. O que provoca esse remelexo na petroleira, no entanto, não é exatamente uma instabilidade política – e sim o inconformismo do presidente Jair Bolsonaro em relação ao método de formação dos preços de combustíveis, que acompanham as cotações do petróleo no mercado internacional. Como esses valores estão subindo e são lastreados em moeda americana, a gasolina e do diesel nas bombas têm explodido.

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Previdência privada responde pelo sustento de só 3% dos aposentados

Pouco disseminada entre os brasileiros – apenas 3% dos aposentados têm alguma modalidade de previdência privada para melhorar o sustento. A conclusão está na pesquisa Raio X do Investidor Brasileiro, da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), em parceria com o Datafolha. Os recursos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) são a fonte de renda de 92% dos aposentados brasileiros.

Como o Acordo da Burguesia enriqueceu o mundo

O livro Leave Me Alone and I’ll Make You Rich: How the Bourgeois Deal Enriched the World (Deixe-me em paz e eu enriquecerei você: como o Acordo da Burguesia tornou o mundo mais rico), escrito por Deirdre N. McCloskey e Art Carden, é um notável esforço para explicar aquele que é um dos mais impressionantes e misteriosos fatos da história do mundo. Até o ano 1800, praticamente todos os indivíduos viviam na mais abjeta pobreza. E então, como que por milagre, a partir do ano 1800, começou a haver um rápido e intenso aumento no padrão de vida médio ao redor do mundo.

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