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Mais um passo à OCDE; promessa de privatização; petrolíferas

Sistema de transferências será “decisivo” para a OCDE

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse terça-feira (12) que a adoção de um novo sistema de preços para transferências de recursos ao exterior representa “um passo decisivo” para o país ser aceito na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O mecanismo permitirá que multinacionais e empresas nacionais movam recursos de um país para outro, em geral de suas filiais à matriz, ou para países onde as legislações possibilitam tributações mais favoráveis. Segundo o Ministério da Economia, o projeto foi iniciado em 2018 e “examinou as semelhanças e diferenças entre as abordagens de preços de transferência brasileira e da OCDE e resultou no relatório de convergência”.

Eletrobras deverá ser privatizada em maio

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira (11) durante evento, que a privatização da Eletrobras está na reta final e deve ocorrer em “2, 3 ou 4 semanas”. Apesar de ainda depender do aval do Tribunal de Contas da União (TCU), Guedes disse acreditar que o relator do processo, Aroldo Cedraz, deve entregar suas conclusões sobre o tema “o mais rápido possível”. “O TCU trabalhou conosco por 2 anos em todos os problemas que poderiam existir. Todo o futuro da energia brasileira depende disso”, completou o ministro.

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Blocos petrolíferos leiloados em 10 estados

Aconteceu nesta quarta-feira (13) o leilão do 3º Ciclo da Oferta Permanente de Concessão, executado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP). Foram ofertados 379 blocos em 14 bacias marítimas e terrestres. Foi uma nova rodada para concessão de contratos de exploração ou reabilitação e produção de petróleo e gás natural localizados em dez estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

O luxo de hoje será o trivial de amanhã

O que há em comum entre um pingente de ouro, um violino Stradivarius, um relógio Cartier, um terno Armani, um iPhone de última geração e um sorvete de grife? Nada tecnológico. Simplesmente há algo no luxuoso que sempre irritou profundamente estóicos, ascetas, mendicantes, esquerdistas e hippies ao longo da história. Os ataques contra o luxo vêm ocorrendo há pelo menos 2.500 anos e sempre forneceram uma espécie de “estímulo intelectual” a vários pensadores (bem como aspirantes a pensadores), desde meninos ricos e mimados que se rebelam contra sua condição a filósofos de todos os matizes e credenciais, passando por sangrentos revolucionários igualitaristas.

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