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JHSF fortalece eixo Catarina-Miami no seu ecossistema de luxo

Da redação
2 de maio de 2026
Compra da Embassair no Opa-Locka reforça a conexão Brasil-EUA e expande “triângulo de luxo” da companhia, unindo aviação executiva, hospitalidade premium e varejo de alto padrão

A JHSF anunciou nesta semana a aquisição da Embassair, operadora de base fixa (FBO) no Opa-Locka Executive Airport, principal hub de aviação executiva da Flórida, a 30 minutos de Downtown Miami. A transação, viabilizada pelo fundo JHSF Capital FBOs Fund LP, posiciona a companhia nas duas pontas da rota São Paulo-Miami, uma das mais movimentadas para jatos privados. O terminal opera 24 horas, com serviços de abastecimento, handling, hangaragem para 40 aeronaves e potencial de expansão, além de futura imigração CBP.

O movimento, escolhido como A Tacada da Semana de MR, qualifica a conexão entre o São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, maior FBO do mundo com 16 hangares e mais de 200 aeronaves baseadas, e o mercado norte-americano. Segundo o CEO da JHSF, Augusto Martins (na imagem), Miami é destino chave dos clientes de alta renda, permitindo cuidar da jornada completa do passageiro, de São Roque à Flórida. A sinergia operacional deve fidelizar esse público ultra high net worth e elevar receitas recorrentes em um ativo de R$ 18,6 bilhões totais.

“Essa aquisição contribui para a construção de uma plataforma integrada, com ativos relevantes no Brasil e no exterior. Estamos ampliando nossa presença em mercados-chave e fortalecendo nossa atuação em rotas estratégicas para os clientes da aviação executiva”, afirma Martins. “O FBO em Miami se integra de forma direta ao São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional, eleva o nível de serviço e garante uma experiência mais completa ao cliente, do embarque no Brasil até a chegada nos Estados Unidos”, complementa o executivo.

A estratégia integra outros grandes negócios da JHSF na cidade – conhecida por ser um grande centro de turismo, negócios e cultura, com forte influência latina – como o Fasano Miami, previsto para 2026 na Collins Avenue após aquisição do antigo COMO Metropolitan por US$ 70 milhões. Com isso, a companhia expande seu ecossistema de luxo, unindo aviação executiva, hospitalidade premium e varejo de alto padrão.

A vertical de mobilidade aérea e marítima – reforçada pela recente compra da BYS International para iates – alinha-se ao “triângulo do luxo” (jatos, iates e supercarros), com crescimento global de 13% em 2024 segundo a Bain & Company.

No Catarina, inovações como hangares customizados com adegas e supercarros, além da Catarina Aviation Show, complementam a oferta. A JHSF discute voos comerciais regulares no aeroporto com o Ministério de Portos e Aeroportos, ampliando o potencial. Essa internacionalização, incluindo Punta del Este e Sardegna, fortalece a presença global da controlada pela família Auriemo.

O mercado de aviação executiva compete com players como o Terminal BTG Pactual em Guarulhos, mas a JHSF se destaca pela integração vertical. Com JHSF Capital gerindo R$ 11,2 bilhões, a companhia mira o share of wallet dos ricos em rotas bilionárias Brasil-EUA.

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