No Twitter, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), repercutiu a votação na Casa que reverteu a decisão do Senado e manteve o veto do presidente Jair Bolsonaro que congela os salários de servidores públicos até o fim de 2021. A medida foi uma contrapartida apresentada pelo governo para aprovação do pacote de socorro de R$ 60 bilhões a estados e municípios por causa da pandemia do coronavírus. Maia afirmou que a restauração do veto presidencial mostra um compromisso com a meta fiscal e seria parte do sacrifício do funcionalismo para o país enfrentar a crise. “Resgatamos hoje o princípio que adotamos no início da pandemia, o de proteger o gasto público em defesa do cidadão. A manutenção do veto ao aumento de salários dos servidores vai permitir o financiamento da máquina pública – inclusive o pagamento em dia dos funcionários públicos”, escreveu na rede social. “Mais de 16 milhões de contratos de trabalho foram suspensos no setor privado, cerca de 2 milhões de pessoas perderam o emprego. Não conceder aumento ao funcionalismo até o fim do ano é o mínimo que todos nós que estamos no serviço público podemos oferecer aos brasileiros”, completou.
