O ministro Luiz Fux assumirá em setembro a presidência do STF no lugar de Dias Toffoli. Segundo o jornal O Globo, Fux tem sinalizado a interlocutores como pretende conduzir a Corte durante seus dois anos de mandato. A certeza é que ele vai buscar um distanciamento maior da política e não abrir o gabinete tantas vezes para parlamentares, como a gestão Toffoli. O canal deve ficar restrito aos presidentes de Poderes e algumas lideranças. Uma expectativa é que o futuro chefe do Supremo priorize julgamentos que contribuam para a recuperação econômica do país pós-pandemia. Outra indicação feita por Fux é que ele pretende apresentar temas polêmicos ao plenário, como a discussão sobre o direito à ortotanásia (não prolongamento artificial do processo natural da morte).
