O ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro repercutiu as declarações do procurador-geral da República, Augusto Aras, sobre uma suposta falta de transparência da Operação Lava-Jato no Paraná. Em uma live com advogados, Aras apontou que os procuradores paranaenses guardavam dados de 38 mil pessoas e chamou a força-tarefa de “caixas de segredos”. Moro, que era responsável pela análise dos casos quando atuava como juiz, rebateu as críticas do PGR. “Desconheço segredos ilícitos no âmbito da Lava-Jato”, publicou no Twitter. “Ao contrário, a operação sempre foi transparente e teve suas decisões confirmadas pelos tribunais de segunda instância e também pelas Cortes superiores, como STJ e STF”, completou.
