Foi ser indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para ocupar o recriado Ministério das Comunicações, que os episódios mais delicados envolvendo o deputado Fábio Faria (PSD-RN) foram resgatados. De acordo com a Folha de S.Paulo, ele foi investigado em quatro suspeitas de caixa dois eleitoral e uso ilegal de uma aeronave do governo do Rio Grande Norte para fazer campanha. Apenas uma investigação segue na Justiça Eleitoral. As demais foram arquivadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O deputado federal também foi citado em delações de executivos da J&F e da Odebrecht por alegados repasses ilegais feitos a ele e ao seu pai, o ex-governador do Rio Grande do Norte Robinson Faria (PSD). Só da J&F, pai e filho teriam recebido R$ 10 milhões, em troca da privatização da companhia de água estadual.
Em junho de 2019, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a reabertura do caso, após uma nova delação premiada. Genro do empresário de televisão Silvio Santos, Fabio Faria sempre negou as irregularidades.
