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Seul restringe atividades após novo pico da covid-19

Da redação
28 de maio de 2020

Autoridades sul-coreanas reimplementaram medidas de bloqueio na região metropolitana de Seul, lar de metade da população de 52 milhões do país, após o maior aumento de casos de covid-19 em quase dois meses, com 79 registros. É quase o dobro do número registrado no dia anterior.

Um centro de logística em Bucheon, perto de Seul, é apontado como a origem de 69 casos. Uma concentração de contágios foi identificada no local na segunda-feira (25). A meta do governo é manter a epidemia controlada em menos de 50 casos diários. É a primeira vez que o número de casos ultrapassa a marca de risco desde o início de abril.

As restrições haviam sido levantadas em todo o país em 6 de maio, depois que o surto parecia estar sob controle. Museus, parques e galerias de arte serão novamente fechados a partir de sexta-feira (29), dessa vez por duas semanas, enquanto as empresas deverão reintroduzir o trabalho flexível e remoto, entre outras medidas. “Teremos que voltar ao distanciamento social se falharmos”, disse o ministro da Saúde Park Neung-Hoo.

Os moradores de Seul devem evitar reuniões ou frequentar lugares movimentados, incluindo restaurantes, bares e templos. Já a reabertura em fase das escolas que segue em andamento.

A Coréia do Sul é considerada um exemplo mundial por ter implementado uma política abrangente de testes, rastreamento e contenção que reduziu o número de casos diários de um pico de 909 em 29 de fevereiro para dezenas no final de março.

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