Como mostra reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o Centrão pode assumir cargos no governo que vão permitir o controle de verbas estimadas em R$ 78,1 bilhões. Entre eles, as chefias do Fundo Nacional de Desenvolvimento à Educação, com R$ 29,4 bilhões, do Fundo Constitucional de Financiamento ao Nordeste (gerido pelo Banco do Nordeste), de R$ 29,3 bilhões, e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, que abriga um caixa de R$ 8,4 bilhões.
Até recentemente, o discurso do presidente Jair Bolsonaro era de repúdio ao grupo político, apontado como a maior concentração de parlamentares fisiológicos do país. A falta de apoio no Congresso, no entanto, levou o governo a essa aproximação.
