Evo Morales renunciou na tarde deste domingo (10) à presidência da Bolívia. Ele disse ser vítima de um golpe “cívico-político-policial” e que tomou a decisão para pacificar o país. Nas últimas três semanas, a Bolívia foi palco de violentos protestos que causaram três mortes e deixaram 300 feridos. Horas antes da renúncia, Morales havia anunciado a realização de novas eleições. Ele estava sendo pressionado pela OEA (Organização dos Estados Americanos), que contestava a apuração dos votos na eleição do último dia 20 de outubro.
