O PDT anunciou nesta quarta-feira (17) a abertura de um processo para decidir as punições contra a deputada Tabata Amaral (SP) e mais sete congressistas que votaram a favor da reforma da Previdência. O partido também informou que os oito “rebeldes” serão suspensos de suas atividades partidárias até o fim do processo. Isso significa que os parlamentares não poderão representar a sigla nas direções estaduais, nacional e no Congresso – o PDT ainda vai definir se eles serão autorizados a compor comissões na Câmara dos Deputados.
