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BTG/Nexus: Lula tem 49% contra 43% de Flávio Bolsonaro em cenário de 2º turno

Da redação
15 de junho de 2026

A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (16) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da eleição presidencial. Lula aparece com 49% das intenções de voto, contra 43% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em maio, o petista tinha 47% e o senador mantinha os mesmos 43%, dentro da margem de erro. Agora, a diferença é de seis pontos percentuais, consolidando uma tendência de crescimento do presidente.

No primeiro turno, Lula também lidera com 42% das intenções de voto, nove pontos à frente de Flávio, que registra 33%. Outros nomes testados, como Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), aparecem com percentuais bem menores, variando entre 2% e 4%. A pesquisa ouviu 2.017 pessoas entre 12 e 14 de junho, em todas as unidades da Federação, com margem de erro de dois pontos percentuais.

Além da disputa direta com Flávio Bolsonaro, Lula venceria os demais adversários em cenários de segundo turno. Contra Romeu Zema, a vantagem é de 10 pontos (49% a 39%). Frente a Ronaldo Caiado, o presidente aparece com 48% contra 39%. Já contra Renan Santos, Lula tem 49% contra 36%.

O levantamento também mostra que a rejeição de Flávio Bolsonaro segue em alta e atingiu 52%, o maior índice da série histórica. Em abril, era de 48%, e em maio, 50%. Lula, por sua vez, tem rejeição de 47%. Aécio Neves (PSDB) lidera o ranking de rejeição, com 62%. Entre os eleitores, 40% dizem preferir que Lula siga na Presidência por mais quatro anos, enquanto 31% preferem Flávio ou outro nome apoiado por Jair Bolsonaro. Já os que desejam uma alternativa fora desse eixo subiram para 24%.

Outro dado relevante é a convicção do eleitorado. Entre os que declaram voto em Lula, 81% afirmam que a decisão já está tomada. No caso de Flávio, 77% dizem estar certos de sua escolha. A média geral de eleitores decididos é de 73%, indicando que a disputa tende a se consolidar com pouca margem para mudanças até outubro.

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