A defesa de Lula apresentou na quarta-feira (31) as alegações finais na ação que apura se o ex-presidente recebeu propina da Odebrecht por meio da compra de um terreno para a construção da nova sede do Instituto Lula. No documento, os advogados pedem a anulação do processo e a absolvição do petista. Eles alegam que o juiz federal Sérgio Moro não teria competência para julgar o caso e citam o convite feito pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para o magistrado ser ministro.
