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Soltar Lula poderia criar instabilidade, avaliaram generais

O jornal O Estado de S. Paulo informa na edição desta quinta-feira (20) que representantes do PT tiveram reuniões no início de dezembro com o atual comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, e o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen. Os petistas procuraram os generais para saber qual seria a reação nos quartéis caso o ex-presidente Lula fosse solto.

Segundo o Estadão, Villas Bôas e Etchegoyen disseram que uma decisão da Justiça seria “soberana” e não caberia às Forças Armadas emitir opinião sobre o assunto. No entanto, na avaliação dos generais, a eventual saída de Lula da cadeia poderia criar instabilidade no país antes da posse de Jair Bolsonaro (PSL) como presidente.

A possibilidade de o petista ficar em liberdade ganhou força na quarta-feira (19) após a liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello, do STF, determinando a soltura de todos os presos condenados na segunda instância. A decisão de Marco Aurélio foi derrubada posteriormente pelo presidente da Corte, ministro Dias Toffoli.

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