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Crise de popularidade? Chama o FGTS

Da redação
7 de abril de 2026
Inadimplência elevada pressiona índices de aprovação de Lula às vésperas das eleições presidenciais

O governo estuda liberar o uso do FGTS para quitação de dívidas como parte de um novo pacote de crédito voltado a reduzir o endividamento das famílias e ampliar o acesso a financiamentos. A proposta, confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, está em análise conjunta com o Ministério do Trabalho e ainda não tem formato definido.

A ideia é permitir que trabalhadores de baixa renda, informais, MEIs e pequenas empresas renegociem débitos com condições mais favoráveis, incluindo descontos de até 80% e juros menores, além de contemplar dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.

O plano também prevê restrições a apostas online para beneficiários e pode atender pessoas com renda comprometida, mas sem inadimplência, oferecendo linhas mais baratas.

A iniciativa surge em meio a um cenário de inadimplência elevada, com mais de 80% das famílias endividadas e quase um terço em atraso, quadro que pressiona a popularidade do presidente Lula às vésperas das eleições.

O anúncio oficial das medidas é esperado nos próximos dias, após negociações com bancos e fintechs.

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