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Bolsonaro critica e promete deixar pacto de migração

Bolsonaro critica e promete deixar pacto de migração

O presidente eleito Jair Bolsonaro voltou a afirmar, em transmissão ao vivo no Facebook nesta terça-feira (18), que vai deixar o Pacto Mundial das Nações Unidas sobre Migração, assinado pelo governo Temer. Bolsonaro usou o exemplo da França para justificar a medida, dizendo que a vida em alguns lugares no país europeu se tornou “simplesmente insuportável” com o fluxo migratório. O futuro presidente do Brasil também explicou as razões para ter desconvidado Cuba e Venezuela para a sua posse. No caso venezuelano, a medida seria em apoio ao povo local, que sofre com a falta de democracia; em relação à Cuba, além de ter criticado a ausência de um regime democrático, Bolsonaro voltou a questionar o programa Mais Médicos, dizendo que parte dos cubanos era composta “por agentes ou integrantes do Exército”.

Por que é importante
O Brasil deve adotar uma política externa mais próxima aos Estados Unidos no governo Bolsonaro, se afastando de órgãos multilaterais, como a ONU
Quem ganha
O futuro ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que faz valer a sua visão
Quem perde
Defensores da posição atual do Brasil, aberta em relação à migração

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