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Bolsonaro cita questões de segurança e avalia não ir a Davos

A participação do presidente Jair Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, ainda é incerta. A viagem passou a ser dúvida após o aumento da tensão no Oriente Médio com a troca de ameaças entre Estados Unidos e Irã.

“O mundo tem seus problemas, questão de segurança. Pode ser (cancelada), de acordo com o que acontecer até lá. A gente acompanha, geralmente via GSI (Gabinete de Segurança Institucional), via Abin (Agência Brasileira de Inteligência) e até via Polícia Federal, e outras fontes, o que acontece no mundo”, disse Bolsonaro.

O evento, que será realizado entre 21 e 24 de janeiro, reúne empresários e líderes políticos das principais economias do mundo.

Por que é importante

A presença de Bolsonaro em Davos seria essencial para o governo mostrar as reformas que estão sendo feitas no país

Quem ganha

O clima de insegurança no mundo, que aumenta com o risco de conflito entre EUA e Irã

Quem perde

O país, que busca atrair investidores estrangeiros para fortalecer a retomada da economia

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