Por meio de uma transação que não teve o valor revelado, a plataforma de investimentos Warren adquiriu a corretora e distribuidora de títulos Renascença DTVM. A negociação envolve troca de ações e pagamento em dinheiro. As empresas operarão de maneira independente. Dealer junto ao BC e Tesouro Nacional, a Renascença surgiu em 1976 e está presente no mercado financeiro e de capitais. Suas atividades são direcionadas para operações de renda fixa e de open market junto a mais de 300 clientes institucionais ativos. A partir disso, a Warren deve evoluir no segmento institucional.
“Já navegamos no mundo Institucional há praticamente dois anos e estamos agora ainda mais empolgados com a vinda da Renascença. Temos certeza que com essa união de forças passaremos a ser um dos principais players do mercado institucional no Brasil”, completa o CEO da Warren, Tito Gusmão (imagem). É dado com certo que o montante veio do terceiro aporte de financiamento, no valor de R$ 300 milhões, executado em abril por um um pool liderado pelo GIC, o fundo soberano de Singapura. Ainda é necessária a aprovação do Banco Central (BC) para a operação.

Uma resposta
Warren tenta esconder seus problemas com a aquisição da renascença.