O iFood encerrou 2025 com números que reforçam seu papel como motor da economia brasileira. Segundo pesquisa da Fipe, a plataforma movimentou R$ 167 bilhões no país, o equivalente a 0,70% do PIB nacional, superando o PIB individual de estados como Rondônia, Tocantins e Sergipe. O crescimento foi de 19% em relação a 2024 e consolidou a empresa como uma das maiores forças do setor de tecnologia e serviços no Brasil.
Além do impacto financeiro, o iFood gerou 1,18 milhão de postos de trabalho diretos e indiretos, mais de 1% da população ocupada, com alta superior a 10% frente ao ano anterior.
“Os resultados desta pesquisa reforçam o papel do iFood como empresa de tecnologia construída no Brasil e para o Brasil, com impacto direto na economia e na vida de milhões de pessoas. Ao longo de 15 anos, investimos de forma consistente no desenvolvimento de soluções locais, ajudando a criar novos hábitos de consumo e ampliando as possibilidades de geração de renda em todo o país, ao mesmo tempo em que fortalecemos milhares de negócios. Seguimos comprometidos em avançar com a inovação no Brasil, gerar oportunidades e impulsionar um ecossistema que conecta consumidores, estabelecimentos e entregadores, contribuindo de forma concreta para o crescimento da economia brasileira”, afirma Joao Sabino, vice-presidente de políticas públicas do iFood.
O estudo mostra ainda que desde 2020 o valor movimentado pela plataforma cresceu 175%, ritmo 2,5 vezes maior que o PIB nacional. Para cada R$ 1.000 gastos no iFood, são gerados R$ 1.399 adicionais na economia e R$ 1.114 em impostos.
“Ao considerar a compra de um hambúrguer na plataforma, por exemplo, existem efeitos diretos, indiretos e induzidos na economia. São estimados os impactos em toda a cadeia produtiva: o pagamento dos funcionários da hamburgueria, a produção agrícola dos insumos para fazer o alimento, o combustível consumido no transporte até as embalagens de papel utilizadas para a entrega. O caminho percorrido entre a produção dos insumos até a entrega do produto gera renda, trabalho, movimenta economias locais e, consequentemente, tem um impacto expressivo”, destaca Debora Gershon, diretora de Políticas Públicas e Economia do iFood.
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